Susete Dias: Valorização energética e TGR são alavancas da hierarquia da gestão de resíduos

A moderadora do painel DESVIO DE RESÍDUOS DE ATERRO E VALORIZAÇÃO ENERGÉTICA NO CENÁRIO 2030, antecipa os pontos quentes em discussão no 11.º FÓRUM NACIONAL DE RESÍDUOS, a 20 de abril.

 

O debate vai analisar e antever as alterações que urgem na gestão dos resíduos urbanos para dar "cumprimento às metas impostas por Bruxelas para 2030" e "refletir sobre quais os fatores, externalidades, que têm impedido a concretização em pleno das metas definidas pelos diferentes PERSU em matéria de desvio de resíduos de aterro e valorização energética da fração combustível".

 

Perspetivando e enquadrando o painel do 11.º FÓRUM NACIONAL DE RESÍDUOS que vai debater o DESVIO DE RESÍDUOS DE ATERRO E VALORIZAÇÃO ENERGÉTICA NO CENÁRIO 2030, Susete Dias destaca o tratamento mecânico de resíduos indiferenciados como grande desafio para o desvio de resíduos de aterro e instrumento para a alteração da hierarquia de gestão de resíduos.


• Menor qualidade dos recicláveis leves para um mercado exigente
• Falta de infraestruturas para processar fração rejeitada com elevados poder calorifico e humidade (1/3 do total de resíduos urbanos)

 

Estes assuntos são apontados pela moderadora como potenciais causas para a tendência contrária ao cumprimento das metas. Neste âmbito, "o papel da valorização energética e o papel da TGR são instrumentos alavancadores da gestão de resíduos num contexto de economia circular", afirma.