Resíduos perigosos aumentaram 80% por causa de passivos mas ainda há muito para descontaminar

02.02.2018

A quantidade de resíduos perigosos produzidos em Portugal aumentou 80 por cento em 2017, chegando às 832 mil toneladas, face a um mínimo registado em 2014, período que foram contabilizadas 461 toneladas, segundo dados do Relatório do Estado do Ambiente.

Este aumento justifica-se com o tratamento de passivos industriais e solos contaminados, mas apesar de se prever um abrandamento do fluxo, há ainda muito trabalho por fazer.
 
“O Estado tem aproveitado a existência dos CIRVER (Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos) para resolver os seus passivos mas existem alguns, da responsabilidade de privados, por resolver”, constata Manuel Simões, o diretor geral da Ecodeal, a empresa que retirou resíduos perigosos das antigas minas de carvão em São Pedro da Cova, em Gondomar, e removeu pirites verdes no Parque Empresarial do Barreiro, entre outras operações de descontaminação.

 

Leia a notícia completa no Água&Ambiente na Hora (Nº 282 - 02.02.2018). Para subscrever o serviço Água&Ambiente na Hora ou pedir informações sobre o mesmo envie um e-mail para assinaturas@about.pt.

 

Os resíduos perigosos vão ter um painel dedicado no 12º Fórum Nacional de Resíduos, que decorre a 18 e 19 de abril, organizado pelo jornal Água&Ambiente, uma publicação do Grupo About Media.

VOLTAR