<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Ambiente Online</title><link>http://www.ambienteonline.pt</link><language>pt</language><item><title>Mercado critica grandes centrais fotovoltaicas</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8833</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><p startcont="this" style="text-align: justify;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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<div style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«A doutrina de fazer o maior do mundo é parolice». O comentário
foi feito ontem por Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa Portugal, a
respeito das grandes centrais fotovoltaicas implantadas no País.
<br><br>Ribeiro da Silva, representante da Sociedade Portuguesa de Energia
Solar (SPES) no evento Energia2020, promovido pela Universidade de
Lisboa e a Ordem dos Economistas, defendeu que o conceito base das
energias renováveis reside na sua capacidade de disseminação e
criticou a tendência governamental de concentração do
fotovoltaico.<br><br></span></div>
<div style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A opinião, emitida momentos antes da intervenção do
representante da Direcção Geral de Energia e Geologia no certame,
foi partilhada por outros dos oradores presentes. Por exemplo, Miguel
Brito, especialista da Universidade de Lisboa, afirmou que as mega
centrais, apesar de darem visibilidade pública ao fotovoltaico,
permitem um reduzido efeito multiplicador e uma baixa criação de
empregos especializados.<br><br></span></div>
<div style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Esta não foi a única crítica do mercado a fazer-se ouvir. Os
representantes das empresas instaram a planos governamentais a prazo
que garantam a estabilidade do sector solar em Portugal. Rui Lobo, da
empresa Lobo Solar, assegurou que a ausência de uma comunicação
clara da estratégia governamental para o sector, de médio e longo
prazo, resulta numa falta de estabilidade para o mercado e para o
emprego especializado. Nuno Ribeiro da Silva alertou, por seu lado,
para a necessidade de se garantirem condições de transparência e
previsibilidade para o mercado.</span></div>
<div style="margin-bottom: 0cm;"><br>
</div>
</p>
]]></description><dc:subject>Mercado critica grandes centrais fotovoltaicas</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-02-09</dc:date></item><item><title>Governo quer criar novo regime para a miniprodução solar</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8832</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A criação de um novo regime para a miniprodução, contemplando
um novo nicho de mercado entre os 150 e os 250 KW, é uma das
expectativas governamentais para 2010, no sector da energia solar.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"> A afirmação foi feita ontem pelo director dos Serviços
Renováveis, Eficiência e Inovação da Direcção-Geral da Energia
e Geologia (DGEG), João Bernardo, durante o evento Energia 2020,
promovido pela Universidade de Lisboa e a Ordem dos Economistas.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Outras prioridades passam pela manutenção ou melhoria do
enquadramento fiscal para a área do solar e pela revisão do regime
da microgeração, assim como um novo modelo de financiamento para o
programa de incentivo ao Solar Térmico, que poderá passar pelo
Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), acrescentou o
responsável.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Presente no Energia 2020, João Bernardo lembrou ao auditório os
quatro pilares em que assenta a estratégia pública para a energia
solar: solar fotovoltaico, microgeração, solar térmico e o
fotovoltaico de concentração. Não obstante, o responsável
reiterou que «é necessário investir na credibilidade do sector». 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span></div><p style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</p>
]]></description><dc:subject>Governo quer criar novo regime para a miniprodução solar</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-02-09</dc:date></item><item><title>Central de ciclo combinado de Sines consegue alargamento do prazo</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8831</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O Governo e a Galp chegaram a acordo
para o alargamento do prazo de construção da central de ciclo
combinado de Sines, prevista inicialmente para o final de 2009. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Com esta decisão, o contrato foi
alargado por mais um ano, com possibilidade de prorrogação
automática por três anos, avançou o director-geral de Energia e
Geologia, José Perdigoto.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><a name="search"></a><a name="main"></a>
O responsável não adiantou, no entanto, pormenores sobre a situação
da central da Figueira da Foz, licenciada à Iberdrola, com a
hipótese de prorrogação do prazo em cima da mesa. O governo «quer
procurar soluções para concretizar as centrais», limitou-se a
dizer Perdigoto aos jornalistas, à margem da conferência
internacional "Aproveitamentos hidroeléctricos em Portugal - um
novo ciclo", organizada pela Faculdade de Engenharia da
Universidade do Porto, que se realizou nos dias 4 e 5 de Fevereiro.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">De qualquer forma, e em declarações
recentes ao jornal <span style="font-style: italic;">Água&amp;Ambiente</span>, fonte da Iberdrola
garantiu que a empresa «continua empenhada em avançar com o
projecto». </span><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">Neste
quadro, está a trabalhar para encontrar as condições adequadas que
permitam concretizar o projecto, tendo em conta «a actual situação
económica, as necessidades do sistema eléctrico e as condicionantes
ambientais impostas pela Declaração de Impacto Ambiental».</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt; font-weight: bold;">Ciclo
combinado do Pego entra em testes no primeiro semestre</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><span style="font-style: normal; font-size: 8pt;"><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt;">Já</span></span><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; font-style: italic;">
a </span><span style="font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);" lang="pt-PT"><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">Central
de Ciclo Combinado do Pego, </span></span><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">da
International Power e da Endesa, </span><span style="font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);" lang="pt-PT"><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">está
na etapa final de construção, esperando-se que a unidade possa
iniciar o período de provas do primeiro grupo electroprodutor antes
do final do primeiro semestre 2010. </span></span></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;" lang="pt-PT"><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">A
construção da unidade que implica um investimento da ordem dos 600
milhões de euros, e está a cargo da  Siemens Power Generation,
iniciou-se no primeiro trimestre 2008 e deverá ficar concluída em
Fevereiro 2011, com a entrada em funcionamento do segundo grupo
electroprodutor que, à semelhança do primeiro, é de 418 MW.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">Até
ao momento, e das licenças atribuídas pelo Governo em 2006, apenas
a central de Lares, da EDP, está a funcionar. Os dois grupos de 431
MW cada entraram em produção no Verão de 2009, representando uma
potência total de 862 MW e uma produção anual de electricidade
calculada em 4 mil GW/hora. </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">A
central de Lares representa um investimento de 400 milhões de euros,
e é a primeira das quatro <span style="font-weight: normal; font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 0);">centrais
do género licenciadas em 2006</span> a entrar em produção. O
investimento de 400 milhões de euros envolveu 250 empresas na fase
de construção. </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Central de ciclo combinado de Sines consegue alargamento do prazo</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo e Tânia Nascimento</dc:creator><dc:date>2010-02-08</dc:date></item><item><title>Simtejo destaca investimento no primeiro relatório de sustentabilidade</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8830</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Os dois próximos anos
serão pautados por um forte investimento da Simtejo tendo em vista a
eliminação de descargas indevidas e de uma contínua melhoria da
eficiência dos sistemas de tratamento.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Para essa concretização,
a empresa está empenhada na celebração do aditamento ao contrato
de concessão e actualização dos contratos de recolha; na
continuação do desenvolvimento do sistema de gestão integrado que
culminará na certificação de 17 instalações e da sede; na
finalização da empreitada de adaptação e completamento da estação
de tratamento de águas residuais (ETAR) de Alcântara. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Está ainda prevista a
conclusão das empreitadas de emissários e estações elevatórias
que conduzirão as águas residuais incluídas no subsistema de
Alcântara, que hoje drenam directamente para o Tejo sem qualquer
tratamento; e a finalização da ETAR de Alverca. O trabalho é
salientado pelo presidente da empresa Arnaldo Pêgo, no primeiro
relatório de sustentabilidade da Simtejo, publicado recentemente.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">


</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Relativamente ao valor económico
gerado, durante o exercício de 2008, a Simtejo facturou cerca de 34,6 milhões de euros, quase
exclusivamente sob a forma de prestação de serviços aos municípios, a qual atingiu o montante de 34,6 milhões
de euros.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">No exercício de 2008, a empresa
investiu cerca de 50,6 milhões de euros, o que representou um</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">aumento de cerca de 35 por cento
relativamente ao período anterior.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><div style="text-align: justify;"><br></div>
</div>
]]></description><dc:subject>Simtejo destaca investimento no primeiro relatório de sustentabilidade</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-08</dc:date></item><item><title>Carros eléctricos podem aumentar emissões de CO2</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8829</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">Um relatório apresentado
hoje em Bruxelas revela que colocar carros eléctricos em circulação
pode conduzir a um aumento das emissões de dióxido de carbono, a
menos que estes sejam abastecidos com energia “verde”. O
relatório foi preparado para as associações ambientalistas Amigos
da Terra - Europa, Greenpeace e Federação Europeia dos Transportes
e Ambiente (T&amp;E). </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O
relatório da autoria da consultora holandesa CE Delft é publicado
numa altura em que os ministros da Indústria da União Europeia (UE)
se preparam para anunciar um Plano de acção para os Veículos
Eléctricos na sua reunião informal, amanhã, em San Sebastián,
Espanha.<br><br>O estudo avisa que a legislação europeia que regula
as emissões dos carros apresenta graves lacunas, ao autorizar os
construtores automóveis a “compensar” a venda de veículos
eléctricos com a venda de veículos mais poluentes, que escapam aos
limites de emissão definidos na legislação. Por cada carro
eléctrico vendido, os construtores automóveis beneficiam de 3,5
“supercréditos”, ou seja, a permissão de venda de 3,5 carros
altamente poluentes, sem que as emissões desses veículos sejam
contabilizadas no cálculo das emissões médias desse construtor
(usadas para efeito de cumprimento dos limites de emissão). </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O
resultado desta regra é que a venda de 10 por cento de veículos
eléctricos pode levar a um aumento de 20 por cento no consumo de
combustível e emissões de carbono no sector automóvel.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Por
isso, as organizações ambientalistas apelam à eliminação da
referência aos “supercréditos”, apelando a que esta correcção
seja já introduzida na proposta para regular as emissões dos
veículos ligeiros de mercadorias, cuja adopção está agora em
discussão. </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Adicionalmente
os ambientalistas esperam que todos os veículos eléctricos vendidos
no mercado Europeu venham dotados de uma tecnologia de abastecimento
inteligente que permita que a energia usada para carregar as baterias
seja sobretudo proveniente de fontes renováveis – como a eólica e
a solar.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt; font-weight: bold;">Quercus
alerta parea energia limpa<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-decoration: none; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;"><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt;">Francisco
Ferreira, da Quercus, que integra a T&amp;E, explica, em comunicado,
que a</span> Quercus vê nos veículos eléctricos «um enorme
potencial» para reduzir a poluição do ar e as emissões de
carbono, mas este relatório vem chamar a atenção para a
necessidade de assegurar que a energia com que carregamos os nossos
veículos é verdadeiramente limpa. </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-decoration: none; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-decoration: none; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">A Quercus compreende o estímulo, «mas
cerca de 36,5 milhões de euros de apoio previsto no Orçamento do
Estado a cinco mil veículos eléctricos, a que se deve acrescentar a
receita perdida em Imposto sobre Veículos e Imposto Único de
Circulação, parece-nos demasiado. São cinco mil euros de
incentivo, mais 1500 euros se for entregue um veículo para abate e
ainda 803  euros na rubrica relativa à aquisição de equipamentos
de energias renováveis.»</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 150%; text-decoration: none; text-align: justify;">
<br>
</div>
]]></description><dc:subject>Carros eléctricos podem aumentar emissões de CO2</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-08</dc:date></item><item><title>"7 Maravilhas" ajudam a chamar a atenção para recursos naturais degradados </title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8828</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><span style="font-size: 8pt;">Portugal é um País de dimensões
pequenas, mas nem por isso pobre em biodiversidade e geodiversidade.
A prova está na lista de candidatos que integram a lista das “7
Maravilhas Naturais de Portugal”, que numa primeira fase
contabilizava 270 locais. <br><br>A lista final, conhecida a 7 de Março,
leva a concurso apenas 21 locais. A votação, aberta a toda a
população e cujo processo será auditado pela
PricewaterhouseCoopers, termina a 7 de Setembro, e os resultados
serão conhecidos nesse mês.</span> Mas ontem foram já conhecidos&nbsp; os 77
pré-finalistas na eleição das “ 7 Maravilhas  Naturais de Portugal®”.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Porém, na corrida pelo título estão
vários locais, entre os quais alguns famosos pelas piores razões: a
poluição. Fará sentido integrá-los na lista e, sobretudo,
levá-los à fase final? 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">São sete as categorias em que se
divide a listagem dos candidatos à iniciativa organizada pela pela
New 7 Wonders Portugal: Grutas e Cavernas, Zonas Marinhas, Praias e
Falésias, Zonas Protegidas, Grandes Relevos, Florestas e Matas, e
Zonas Aquáticas Não Marinhas. É sobretudo nesta última que surgem
alguns locais com historial de poluição. É o caso da Lagoa de
Óbidos, nas Caldas da Rainha, da Baía de S. Martinho do Porto, em
Alcobaça, do Rio Paiva, em Aveiro, e da Nascente do Lis, em Leiria.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Em todos eles, as causas da poluição
prendem-se com a descarga frequente de efluentes para os cursos de
água, provenientes de suiniculturas localizadas nas imediações. O
rio Paiva, por exemplo, que já foi considerado o rio mais limpo da
Europa e é Sítio de Importância Comunitária na Rede Natura 2000,
tem enfrentado níveis preocupantes de poluição, denunciados pelo
Movimento SOS Paiva, que põem em risco a sobrevivência de várias
espécies como a salamandra lusitânica, o lagarto-de-água, a lontra
ou o mexilhão-de-rio.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Assim, a integração destas zonas na
lista de candidatos pode ser uma forma de chamar a atenção para a
necessidade de proteger e conservar estes recursos naturais,
solucionando os problemas de poluição, defende João Joanaz de
Melo, presidente do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e
Ambiente (GEOTA). A associação é um dos parceiros da iniciativa,
exactamente porque considera que «é necessário dar a conhecer a
biodiversidade, para exigir a sua protecção», refere Joanaz de
Melo ao AmbienteOnline.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana; font-weight: bold;"><span style="font-size: 8pt;">Conhecer para preservar</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O concurso pode ser «um óptimo
pretexto para se falar a sério de conservação da natureza»,
acredita Joanaz de Melo. «As maravilhas naturais são tão
importantes como a nossa herança cultural, são parte da nossa
identidade nacional. É importante que os cidadãos as conheçam para
poderem defendê-las», sublinha. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Mas a bola tem de estar também do lado
das autoridades. E neste ponto o presidente do GEOTA é peremptório:
«A biodiversidade ainda não está a sério na agenda política».</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O Governo defende-se hasteando a
bandeira das áreas protegidas.  Questionado sobre se a tutela estará
mais atenta aos locais poluídos caso eles cheguem à lista final, o
secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, argumenta que tem
estado «atentíssimo» às situações mais preocupantes. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">À margem da apresentação da lista
dos 270 locais candidatos, que decorreu em 7 de Janeiro, em Lisboa, o
governante lembrou que as áreas protegidas cobrem já cerca de 7 por
cento do território continental, um número que sobe para 22 por
cento se considerarmos as áreas incluídas na Rede Natura 2000.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Mas a criação de áreas protegidas
parece não ser suficiente. «Gostava de ser optimista, mas as
autoridades têm tido iniciativas quase "patéticas" no que
toca à protecção da natureza», critica Joanaz de Melo. Desde o
Plano Nacional de Barragens (PNB), até aos planos para a rede de
transportes, entre outros projectos do Governo, «as decisões vão
contra a necessidade de salvaguardar os recursos naturais»,
sublinha.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«É mesmo curioso», refere, que «os
sítios onde foram aprovadas as barragens incluídas no PNB não
figuram na lista de candidatos às 7 Maravilhas Naturais». É o caso
do Vale do sabor, do Vale do Tua e do Vale do Tâmega, para onde
estão projectadas três novas barragens. «São dos vales mais
fantásticos que temos em Portugal», defende, embora reconheça o
valor dos restantes vales que estão na corrida à iniciativa, como o
Vale do Douro e o Vale do Côa. «Mas esta é uma coincidência
bizarra», afirma.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><span style="font-weight: bold;">Portugal pioneiro nas maravilhas da natureza</span><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Para a New 7 Wonders Portugal –
criada para abraçar o projectos das “Novas 7 Maravilhas do Mundo”
e presidida por Luís Segadães, «o nosso património é o nosso
futuro», por isso, inspira e sensibiliza a população para a
necessidade de preservar o legado. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Com a realização desta iniciativa, a 
New 7 Wonders Portugal antecipa todo o movimento global em torno da
eleição das “7 Maravilhas da Natureza”. Portugal será o único
país do mundo a eleger as suas maravilhas da natureza. Esta eleição
surge em antecipação à camapnha mundial para escolher as “Novas
7 Maravilhas da Natureza”, que terá lugar em 2011.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">António Vitorino, que já tinha sido o
comissário para as “Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo”,
volta a assumir o mesmo cargo na iniciativa que agora decorre.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O projecto conta com o Alto Patrocínio
do Governo Regional dos Açores.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
]]></description><dc:subject>"7 Maravilhas" ajudam a chamar a atenção para recursos naturais degradados </dc:subject><dc:creator>Marisa Soares</dc:creator><dc:date>2010-02-08</dc:date></item><item><title>Abate de veículos em fim de vida recuou seis por cento em 2009</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8827</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-top: 0.42cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Durante
o ano de 2009 foram entregues para abate nos centros da rede Valorcar
um total de 81 964 veículos em fim de vida (VFV), valor que
corresponde a um decréscimo de 6,5 por cento comparativamente com
2008. </span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.42cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Esta
redução parece estar intimamente relacionada com a conjuntura
económica e a quebra dos índices de confiança dos consumidores,
que preferiram adiar a compra de um veículo novo e conservar o
veículo velho durante mais tempo - o mercado nacional de veículos
ligeiros caiu 25,6 port cento em 2009», explica o director-geral da
empresa, Ricardo Furtado.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.42cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Ao
todo, cerca de 74 mil toneladas de materiais foram posteriormente
enviadas separadamente para reutilização, reciclagem, valorização
energética ou eliminação, em 2009. Os metais foram o material mais
reutilizado/reciclado/valorizado (54 mil  toneladas), seguido das
peças usadas (3,2 mil toneladas), dos pneus (2,9 mil toneladas), das
baterias (1,2 mil toneladas), dos vidros (1320 toneladas toneladas),
dos plásticos (425 toneladas) e dos óleos (307 toneladas).</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="border-style: none none solid; border-color: -moz-use-text-color -moz-use-text-color rgb(0, 0, 0); border-width: medium medium 1px; padding: 0cm 0cm 0.04cm; margin-top: 0.42cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">Estes resultados
demonstram que, em média, cada VFV foi reciclado em 85,2 por cento
do seu peso e foi valorizado em 88,2 por cento do seu peso,
ultrapassando largamente a meta em vigor na União Europeia. De
acordo com a legislação nacional e comunitária, os VFV têm que
ser reciclados em pelos menos 80 por cento do seu peso e têm que ser
valorizados em pelo menos 85 por cento do seu peso.</span></div>
]]></description><dc:subject>Abate de veículos em fim de vida recuou seis por cento em 2009</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-06</dc:date></item><item><title>Resinorte certificada em qualidade, ambiente e segurança</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8826</link><description><![CDATA[<meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A Resinorte, sistema
multimunicipal de triagem, recolha, valorização e tratamento de
resíduos sólidos urbanos do Norte Central, obteve a certificação
em todas as áreas de actividade desenvolvidas no Alto Tâmega
(anterior Resat), Baixo Tâmega (anterior Rebat) e Vale do Douro Sul
(anterior Residouro), de acordo com as normas da qualidade, ambiente,
e segurança.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A implantação do
sistema de responsabilidade empresarial permitiu, segundo a empresa,
a estruturação de processos, a identificação e sistematização
de acções individuais e colectivas de prevenção e controlo de
riscos, a minimização de impactes ambientais, bem como a melhoria
na utilização dos recursos, potenciando uma maior eficiência e uma
melhor qualidade das operações, de acordo com informação da
empresa. 
</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A certificação do
sistema de gestão integrado em qualidade, ambiente e segurança foi
atribuída pela Associação Portuguesa de Certificação (Apcer).</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
]]></description><dc:subject>Resinorte certificada em qualidade, ambiente e segurança</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-05</dc:date></item><item><title>Painhas, DST e OWS constroem central de valorização orgânica da Resíduos do Nordeste</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8825</link><description><![CDATA[<meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A
Resíduos do Nordeste e o consórcio constituído pelas empresas
Painhas, DST – Domingos da Silva Teixeira e OWS - Organic Waste
Systems assinam hoje o contrato de adjudicação para a concepção,
construção, fornecimento e exploração da unidade de valorização
orgânica de resíduos urbanos biodegradáveis, por digestão
anaeróbia, do Nordeste Transmontano. 
</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A
assinatura decorre a partir das 15h30 e conta com a presença da
ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O
projecto resulta da candidatura apresentada ao Programa Operacional
Temático Valorização do Território (POVT). O preço global do
contrato é de 25,3 milhões de euros, sendo o financiamento
assegurado em 70 por cento pelo POVT, participando a Resíduos do
Nordeste com a parte restante do custo total do projecto.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br>A
implantação deste projecto dotará o conjunto dos 13 municípios do
Sistema Intermunicipal do Nordeste Transmontano dos meios necessários
para poder passar a valorizar resíduos urbanos biodegradáveis.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br>Em
comunicado, a empresa salienta que se trata de «uma oportunidade
única» para a região de Trás-os-Montes, em termos económicos,
ambientais e sociais. Além de constituir um foco de empregabilidade
(criação de cerca de 40 postos de trabalho na fase de construção
e 30 novos postos de trabalho directos na fase de exploração da
unidade), permitirá ainda a comercialização do composto orgânico
produzido e da produção de energia eléctrica através da
valorização do biogás gerado no sistema.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
]]></description><dc:subject>Painhas, DST e OWS constroem central de valorização orgânica da Resíduos do Nordeste</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-05</dc:date></item><item><title>Barreiro lança  ferramenta de monitorização da intensidade energética e climática do concelho</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8824</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt;">A Câmara Municipal do Barreiro,
em colaboração com a S.energia, lançou ontem a Plataforma&nbsp; <a href="http:///www.barreirosustentavel.com">Barreiro Sustentável</a>. <br><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-weight: normal; font-size: 8pt;">Esta iniciativa enquadra-se no
projecto “Observatório das Alterações Climáticas do Concelho do
Barreiro”, que resulta do compromisso da autarquia relativo à
sustentabilidade energética e climática.<br><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A plataforma agora lançada é «uma importante ferramenta de
monitorização da intensidade energética e climática do concelho»,
de acordo com informação da autarquia. O município pretende que
esta plataforma seja utilizada por um número alargado de entidades,
designadamente escolas, empresas industriais e de serviços e
particulares.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Este é o primeiro passo no caminho que se pretende vir a
trilhar em matéria de redução das emissões de gases com efeito de
estufa, e que está enquadrado a nível europeu pela assinatura do
“Pacto dos Autarcas”», acrescenta a autarquia. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Barreiro lança  ferramenta de monitorização da intensidade energética e climática do concelho</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-02-05</dc:date></item></channel></rss>