<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Ambiente Online</title><link>http://www.ambienteonline.pt</link><language>pt</language><item><title>Novo filtro de água elimina bactérias a baixo custo</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9563</link><description><![CDATA[<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Um novo filtro de água, desenvolvido para eliminar bactérias com um equipamento de baixo custo, foi testado com sucesso por uma equipa de investigação da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. A nova tecnologia, explicada na publicação periódica Nano Letters, da Sociedade de Química dos Estados Unidos, foi desenvolvida a partir de nanotecnologia e permite formar um campo eléctrico de 20 volts, que elimina os micro-organismos.</SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Nos testes realizados, 98 por cento das bactérias Escherichia coli (E.coli) foram eliminadas, o que pode ser um bom indício para a diminuição de casos de intoxicação alimentar, apendicites, colecistite e apendicites nos países em desenvolvimento. Aliás, o principal objectivo dos investigadores passa pela utilização do aparelho nos sistemas de purificação de vilas e cidades destes países, onde as carências na qualidade da água são mais notórias.</SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A maioria dos filtros apenas retêm as bactérias do fluxo de água, sem as eliminar. Com este modelo, a limpeza do fluxo de água é feita mais rapidamente e sem limitar o caudal. A electricidade necessária pode ser produzida por uma bateria de automóvel ou através de um dispositivo à manivela.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Novo filtro de água elimina bactérias a baixo custo</dc:subject><dc:creator>MF</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>Observatório das Florestas deve ser independente, alerta Forestis</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9562</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A Forestis - Associação Florestal de Portugal não podia estar mais satisfeita com o anúncio da criação de um Observatório Nacional para as Florestas, feito esta semana por Rui Barreiro, Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, ou não se tratasse de uma medida já reinvindicada pela entidade desde 2008. </SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Mas Rosário Alves, directora-executiva da Forestis, revelou ao AmbienteOnline a necessidade desta medida ter de ser acompanhada por outras.«O observatório é uma prioridade no sentido em que se vai poder fazer um levantamento do estado da arte, avaliar o que está a ser feito e reprogramar as acções na medida do que for necessário nas Zonas de Intervenção Florestal [ZIF]. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Assim, é necessário que este seja independente das entidades que têm acções directas na implementação das ZIF - como as entidades gestoras e a Autoridade Nacional das Florestas», explica Rosário Alves. Por isso, sugere que esta nova entidade seja participada por instituições de ensino e investigação e que contemple as disciplinas de silvicultura, economia e direito.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Em simultâneo, diz a especialista da Forestis, outras medidas têm de ser implantadas, como é o caso do cadrastro florestal e da revisão do regime fiscal. Relativamente ao cadastro nacional, o Governo anunciou, ainda em 2009, projectos-piloto de cadastro florestal para oito regiões, mas nenhum deles avançou para o terreno. «O obversatório é uma boa ferramenta para se avançar para o terreno, mas se não surgirem outras das medidas por nós reinvidicadas, teremos de continuar a pressionar o Governo», alertou Rosário Alves. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Recorde-se que o pacote de medidas reinvindicadas pela Forestis, em 2008, para o sector incluia oito medidas, que continuam a ser «muito importantes», nomeadamente a operacionalização do Proder, e o reforço da formação no âmbito do Programa Nacional de Sapadores Florestais. Mas Rosário Alves lembra também que ao contrário do que sucedeu este ano, a componente de sensibilização não pode ser esquecida. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Tivemos a informação de que existiam 700 mil euros para campanhas em 2010, mas nada foi desenvolvido nesta área. Isto quando a educação tem de ser contínua, não pode haver quebras sob o risco de se verificarem retrocessos», adverte, remantando que «deve ter havido falta de coordenação por parte da Autoridade Nacional Florestal».</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Observatório das Florestas deve ser independente, alerta Forestis</dc:subject><dc:creator>Lúcia Duarte</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>Bruxelas define critérios para avaliação das águas marinhas</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9561</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A Comissão Europeia definiu ontem os critérios de avaliação do estado ambiental das águas marinhas. É o primeiro passo para que os Estados-membros possam cumprir o objectivo de atingir o bom estado ambiental das águas marinhas até 2020, conforme o estipulado na Directiva Quadro Estratégia Marinha que remonta a 2008.</SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Os critérios de avaliação abrangem diferentes aspectos dos ecossistemas marinhos, incluindo a diversidade biológica, as populações de peixes, os contaminantes, assim como os resíduos e o ruído. Os critérios e respectivos indicadores definidos na decisão baseiam-se em pareceres científicos e técnicos de peritos e devem ser utilizados pelos Estados-membros para determinar o estado ambiental do ecossistema marinho. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Para Bruxelas, as águas marinhas estão em bom estado ambiental quando constituem oceanos e mares dinâmicos e ecologicamente diversos, sãos e produtivos. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><BR></P>]]></description><dc:subject>Bruxelas define critérios para avaliação das águas marinhas</dc:subject><dc:creator>LD</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>Governo quer 250MW de energia hídrica em 2011</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9560</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O Conselho de Ministros decidiu lançar diversos procedimentos concursais de iniciativa pública para adjudicação de centrais mini-hídricas durante os anos de 2010 e 2011, em várias regiões do país.</SPAN> 
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Esta Resolução vem no sentido de concretizar a Estratégia Nacional para a Energia 2020, no que respeita ao potencial de produção de energia hídrica através de mini-hídricas e alcançar, assim, a meta de atribuição de potência estabelecida por esta estratégia.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">As previsões apontam para que, com o lançamento destes procedimentos, seja atingido o potencial de 250 MW já em 2011.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A ideia é concentrar num único procedimento a obtenção das duas autorizações necessárias à total exploração de uma central mini-hídrica: por um lado, o título de utilização de recursos hídricos e, por outro lado, a capacidade de injecção de potência na rede eléctrica de serviço público. Uma articulação que, segundo o comunicado publicado no sítio do Conselho de Ministros, se traduz «numa importante simplificação de procedimentos, ao mesmo tempo que contribui de forma decisiva para o cumprimento de uma meta estabelecida na Estratégia Nacional para a Energia 2020». </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O mesmo comunicado recorda que «a aposta que se fez nas energias renováveis, aprovada pela Estratégia Nacional para a Energia 2020, é essencial para assegurar a diminuição da dependência energética do País» e que «a produção de energia nacional permite, por um lado, a criação de riqueza e de postos de trabalho e, por outro lado, a diminuição das importações de energia». </SPAN></P>]]></description><dc:subject>Governo quer 250MW de energia hídrica em 2011</dc:subject><dc:creator>NV</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>Resiestrela recolhe RCD até 1 m3</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9559</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A partir de agora a Resiestrela recolhe os resíduos de construção e demolição (RCD) até um metro cúbico, uma consequência da parceria entre a empresa multimunicipal de gestão dos resíduos sólidos urbanos da Cova da Beira e a CIRVA –Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental.</SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A medida abrange os municípios de Sabugal, Penamacor, Fundão e Belmonte, estendo-se depois a todos os ecocentros espalhados pela área da Associação de Municípios da Cova da Beira, «em função da adesão das Câmaras Municipais», adianta a entidade gestora.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Resiestrela recolhe RCD até 1 m3</dc:subject><dc:creator>DC</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>EMEL lança novo serviço Park&Bike</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9558</link><description><![CDATA[<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Times New Roman, serif; FONT-SIZE: 12pt">O novo serviço, lançado pela Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), propõe aos condutores de Lisboa que estacionem os seus veículos num dos parques de estacionamento aderentes e sigam o seu caminho numa bicicleta dobrável, com cerca de dez quilos de peso e que pode ser carregada nos transportes públicos da cidade.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Times New Roman, serif; FONT-SIZE: 12pt">O desafio que a EMEL lança aos lisboetas com o novo serviço – “B’ina” – é a opção por «um produto integrado, que alia estacionamento em segurança com a bicicleta, amigo do ambiente e que ajuda a melhorar a circulação automóvel dentro da cidade de Lisboa», afirma Sérgio Azevedo, responsável pelos novos produtos.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Times New Roman, serif; FONT-SIZE: 12pt">Nesta primeira fase de teste, o aluguer está restrito aos clientes avençados, mas a aquisição pode ser feita pelo público em geral. As bicicletas podem ser alugadas nos dias úteis entre as 9h00 e as 19h00, com um custo de dois euros por meio dia e de 3,5€ pelo dia inteiro. Ao fim-de-semana, o aluguer custa oito euros e os veículos têm de ser levantados à sexta-feira e devolvidos na segunda-feira de manhã. As bicicletas vão ser cedidas pela empresa de engenharia e manutenção electromecânica Engelma, parceira da empresa municipal neste serviço. A EMEL terá que investir apenas na divulgação.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Times New Roman, serif; FONT-SIZE: 12pt">Para já, estão disponíveis apenas 12 bicicletas em cinco parques de estacionamento aderentes: Corpo Santo, Calçada do Combro, Sete Rios, Portas do Sol e Parque Mayer. Segundo o responsável da EMEL, «apesar de haver uma maior consciência ambiental, os hábitos e padrões de comportamento das pessoas ainda não estão dirigidos para este tipo de atitudes. Este foi o número que, em conjunto com o nosso parceiro, nos pareceu razoável para começar este novo projecto, mas, se a procura assim o justificar, estamos preparados para aumentar a oferta». E Sérgio Azevedo espera que isso possa vir a acontecer em breve, pois «este é um tipo de serviço cada vez mais procurado pelos condutores e, por isso, estamos confiantes que venha a ter bastante sucesso».</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Times New Roman, serif; FONT-SIZE: 12pt">O “B’ina” cumpre um dos objectivos estratégicos da empresa: «proporcionar um conjunto de medidas, acções e produtos condizentes com a mobilidade sustentável, que ajudem a melhorar a qualidade do ambiente e a diminuir a circulação automóvel em Lisboa», explica Sérgio Azevedo.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>EMEL lança novo serviço Park&Bike</dc:subject><dc:creator>Névia Vitorino</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>Abu Dhabi recebe maior parque solar de concentração do mundo</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9555</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A Masdar, empresa de Abu Dhabi especializada em energias renováveis e alternativas, juntou-se às europeias Total e Abengoa Solar para investir naquele que será o maior parque solar de concentração do mundo. </SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; FONT-WEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O investimento previsto é de 600 milhões de dólares (469 milhões de euros), sendo que a unidade terá capacidade para gerar 100 MW. O projecto, que começa a ser construído por esta altura, será composto por 769 espelhos e será capaz de alimentar energeticamente 62 000 residências, em 2012. Ainda assim, a unidade só conseguirá suprir uma pequena parte das necessidades do país, que se estima que estejam fixadas em 20 GW em 2020.</SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Com uma população de 1,5 milhões, menos de um quinto do total de cidadãos dos Emiratos Árabes Unidos, Abu Dhabi é descrita como a cidade mais rica do mundo. O objectivo do país é que, daqui a 10 anos, sete por cento da energia gerada seja através de renováveis.</SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Detida a 60 por cento pela Masdar e 20 por cento pelas duas empresas europeias, a unidade chamar-se-á Shams 1 e, depois de entrar em funcionamento, evitará a emissão de 175 000 toneladas de CO2.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Abu Dhabi recebe maior parque solar de concentração do mundo</dc:subject><dc:creator>Diana Catarino</dc:creator><dc:date>2010-09-02</dc:date></item><item><title>«É necessário um acompanhamento científico dos projectos»</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9557</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">No rescaldo da selecção definitiva dos 15 projectos de desenvolvimento tecnológico nas áreas do fotovoltaico e termoeléctrico de concentração, o Ambiente Online falou com Miguel Centeno Brito, investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O especialista fez um balanço da iniciativa do Governo, que motivou o interesse de 87 pedidos de informação prévia (PIP) e sublinha que, para um futuro competitivo nesta área, tudo gira em torno do financiamento&nbsp;à investigação. </SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Como avalia o programa do Governo de aposta em novas tecnologias de energia solar de concentração, materializada nos 15 PIP seleccionados?</SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Não sou crítico, até porque considero ser uma boa opção apostar em projectos de desenvolvimento tecnológica. Foi uma ideia bastante inteligente, que aposta em tecnologias emergentes e não em financiamento cego, com um grande potencial. E, se nestes 15 projectos seleccionados, pudermos desenvolver de forma madura um ou dois deles será excepcional. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Surpreenderam-me, no entanto, alguns dos projectos escolhidos. A Magpower é, naturalmente, um dos eleitos, pela sua aposta constante no desenvolvimento tecnológico. Mas espanta-me que a WS Energia não tenha nenhum projecto aprovado, por exemplo. Por outro lado, há entidades promotoras seleccionadas nestes PIP que não possuem uma verdadeira representação em Portugal. Preocupa-me que sejam projectos chave-na-mão e que, no fim, os resultados não tragam verdadeiro desenvolvimento tecnológico para o País.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A minha verdadeira preocupação é que haja alguém que garante o acompanhamento científico de todos estes projectos. Penso que isto é completamente necessário e uma garantia para que a ideia original desta iniciativa do Governo se mantenha.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><BR></SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Considera que existe o perigo destes projectos não sairem do papel?</SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Não, penso que não há razões para temer isso. Até porque o financiamento é dado à produção, através de tarifas muito vantajosas, e não antes disso. É mais um aspecto onde o programa dos PIP solar foi inteligente...</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><BR></SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Como é o panorama de desenvolvimento tecnológico de Portugal na área de investigação da energia solar?</SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Vejo o futuro com muito entusiasmo, confesso. Mas admito que não estamos na crista da onda do desenvolvimento tecnológico, em termos mundiais.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><BR></SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Que estratégia se deve seguir para dinamizar o desenvolvimento tecnológica da energia solar, além da aposta nestes 15 projectos?</SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Há aspectos muitos simples e que não custam grandes fatias de financiamento. Há que perceber que tudo está relacionado com o financiamento à investigação. Por exemplo, nas candidaturas de projectos a financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia não há uma área específica para energia e, especialmente, para a energia solar. O que implica que os projectos sejam avaliados por especialistas que não são desta área, com as consequências óbvias. Se a energia renovável é, realmente, a aposta do Governo, deveria haver painéis específicos nesta área para a avaliação do financiamento à investigação.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>«É necessário um acompanhamento científico dos projectos»</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-09-01</dc:date></item><item><title>Fomentinvest desenvolve projecto inovador no solar térmico </title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9556</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A Fomentinvest está a desenvolver um projecto solar inovador em Moura. A central de concentração solar com tecnologia de Torre Central deverá ter um sistema de armazenamento de sais fundidos, que será acoplado pela primeira vez, a nível mundial, ao sistema da torre, adiantou Paulo Caetano, da Fomentinvest, ao AmbienteOnline. </SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A tecnologia Torre Central utiliza grandes espelhos reflectores com seguimento do sol (heliostatos), para concentrar a radiação solar num receptor localizado no topo de uma torre que pode ter entre 80 a 120 m de altura. Um meio de transferência (óleos, sais fundidos ou mesmo ar) absorve este calor e</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">transmite-o para um permutador de calor, onde é gerado vapor que acciona uma turbina e produz electricidade. Paulo Caetano garante que a tecnologia oferece rácios de concentração teóricos de 600 -1,000kW/m2, ou seja, «cerca de 10 a12 vezes o que é atingido com as centrais cilíndrico parabólicas». </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">No entanto, «a distância dos heliostatos à torre é um factor crucial nestes sistemas, levando a que parte da energia seja absorvida pelo ar, diminuindo assim a sua eficiência». As principais vantagens desta tecnologia, em relação às outras famílias de colectores para energia solar térmica, residem essencialmente nas perspectivas a longo prazo de elevadas eficiências e possibilidade de utilizar armazenamento e produção híbrida.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Mas com este projecto, a empresa pretende construir um campo solar com novos materiais provenientes de tecnologias já estabelecidas, de forma a reduzir os problemas relacionados com stress térmico e melhorar a eficiência do receptor e durabilidade ao longo do tempo. Por outro lado, instalar uma turbina de vapor sobreaquecido de 4 MW,é um desafio tecnológico, na medida em que é difícil encontrar turbinas para estas potências que tenham eficiências elevadas.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A central de Moura irá ter uma potência total de 4 MW, e será constituída por uma torre central, 200 heliostatos e um sistema de armazenamento térmico de 1 hora. A produtividade deverá ser da ordem de 2000 kWh/kWp (cerca de 22,8 por cento). Cerca de 20 milhões de euros deverão ser investidos neste projecto, mas um acordo estabelecido com a Abengoa garante o desenvolvimento de outros projectos deste género em Portugal. Para já, a construção da central de Moura está dependente da aprovação da tarifa e de despachos regulamentares.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Fomentinvest desenvolve projecto inovador no solar térmico </dc:subject><dc:creator>Lúcia Duarte</dc:creator><dc:date>2010-09-01</dc:date></item><item><title>Redes eléctricas europeias têm de expandir-se massivamente</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9554</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">As redes eléctricas europeias devem expandir-se massivamente para conseguir a integração de grandes cotas de energia renovável, revela o estudo europeu SUSPLAN. Por exemplo, em Itália a rede eléctrica deve expandir-se 170 por cento relativamente aos níveis actuais, para o ano de 2050.</SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O SUSPLAN está a investigar sistemas de energia em nove regiões europeias, até 2050, tendo como base quatro cenários diferentes, que permitam a integração a grande escala de fontes de energias renováveis, que superem as actuais metas estabelecidas pela União Europeia. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Se o estudo mostra a necessidade de expansão massiva para as redes eléctricas na maior parte das regiões em análise, o mesmo não se aplica às redes de gás. O aumento da eficiência energética tem marcado a redução na utilização do aquecimento e, portanto, do gás. Assim, não será necessário a expansão da rede. Em Espanha, por exemplo, a utilização de gás nas habitações está muito abaixo do que o antecipado para 2020. O mesmo se verifica na Aústria .</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Este projecto visa estabelecer estratégias para 2030 e 2050, sendo que de seguida serão analisadas as infra-estruturas transnacionais. Os resultados finais do SUSPLAN serão divulgados numa conferência a realizar em Berlim, a 7 de Dezembro. </SPAN></P>]]></description><dc:subject>Redes eléctricas europeias têm de expandir-se massivamente</dc:subject><dc:creator>Lúcia Duarte</dc:creator><dc:date>2010-09-01</dc:date></item></channel></rss>