<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Ambiente Online</title><link>http://www.ambienteonline.pt</link><language>pt</language><item><title>Lusitaniagás atinge 180 mil clientes</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8947</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A Lusitaniagás, empresa do Grupo
Galp Energia, atingiu os 180 mil clientes no mês de Janeiro, que são
abastecidos a partir da sua rede de distribuição de gás natural.<br><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Actualmente estão abastecidos 32
concelhos dos 38 que constituem a área de concessão. A empresa tem
em exploração 2992 km de rede de distribuição (341 km em média
pressão e 2651 km em baixa pressão) e abastece 175 389 clientes do
segmento residencial e 5549 clientes empresariais, englobando a
indústria e serviços.<br><br></span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Em 2009, a Lusitaniagás distribuiu
638 milhões de metros cúbicos de gás natural, sendo a operadora de
redes de distribuição com maior volume de gás distribuído em
Portugal e realiza a distribuição de gás natural para cinco
comercializadoras distintas, sendo três delas do grupo Galp Energia.<br><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«A actividade de captação de
locais de consumo e conversão das instalações de gás existentes,
que teve início em 1997 e continua a ser realizada enquanto
operadora de rede de distribuição, permitiu atingir este marco de
180 mil clientes abastecidos e assim contribuir para a optimização
da eficiência das infra-estruturas já construídas», adianta a
empresa em comunicado.</span></div>
]]></description><dc:subject>Lusitaniagás atinge 180 mil clientes</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Representação da Comissão Europeia lança iniciativa na Semana da Floresta</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8946</link><description><![CDATA[<div style="font-family: Verdana; text-align: justify;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Dez mil árvores divididas por mais de
uma centena de municípios é a aposta da Representação da Comissão
Europeia (CE) em Portugal para assinalar a Semana da Floresta, de 15
a 21 de Março de 2010. A iniciativa “Plante uma Árvore” está
integrada na Política Europeia da Energia e Alterações Climáticas
e assinala também o Ano Internacional da Biodiversidade.</span></div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">«A ideia de plantar árvores não é
original, mas esta iniciativa, por ter uma dimensão nacional e estar
integrada nas políticas europeias, dá um valor acrescentado aos
trabalhos feitos sistematicamente nos municípios», explicou a chefe
da Representação da CE, Margarida Marques, durante a sessão de
apresentação do projecto.</span></div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Simbolicamente, serão plantadas 10 mil
árvores, maioritariamente de espécies autóctones, em locais
públicos e de preferência urbanos. Contudo, a iniciativa será
complementada com muitas outras acções promovidas pelas autarquias,
desde percursos pedestres a espectáculos. Também o projecto Limpar
Portugal acaba por estar integrado nas acções dos municípios para
a Semana da Floresta, devido a uma sobreposição “feliz” de
calendários. 
</span></div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">O projecto foi desenvolvido em conjunto
com a Autoridade Florestal Nacional e a Associação Nacional dos
Municípios Portugueses e conta com a parceria do grupo Altri, Lipor,
Valorsul, Grupo Portucel Soporcel, GEOTA e LPN. 
</span></div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">«Antes mesmo da Semana da Floresta
arrancar, já podemos falar do sucesso de termos mobilizado esta
diversidade de parceiros», realça Margarida Marques. Agora, a
Comissão espera alcançar uma dinamização social ao nível local,
de forma a que a iniciativa tenha resultados no terreno e na
consciência ambiental dos cidadãos.</span></div><div style="font-family: Verdana; text-align: justify;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Representação da Comissão Europeia lança iniciativa na Semana da Floresta</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Advogados: PLMJ reforça presença nos países de língua portuguesa</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8945</link><description><![CDATA[<meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A PLMJ tem vindo a
desenvolver um projecto de internacionalização, no âmbito do qual
reforçou a sua presença nos países que integram a <span style="font-style: italic;">Comunidade
dos Países de Língua Portuguesa</span><span style="font-style: normal;">.
Não admira que a sociedade de advogados tenha feito parte da lista
de entidades portuguesas que acompanharam o primeiro-ministro
português na visita oficial que realizou, na semana passada, a
Moçambique.</span></span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-style: normal; font-size: 8pt;">A
rede internacional de parcerias estabelecidas pela PLMJ reúne várias
sociedades de advogados ou escritórios de vários países, onde se
incluem Angola, Brasil, Macau ou Moçambique. Neste último, tem uma
parceria com a MGA. A informação consta do Guia Jurídico do
Investimento em Moçambique, publicado pelas duas sociedades, que
procura ajudar a compreender o sistema jurídico daquele território.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-style: normal; font-size: 8pt;">O
sistema de incentivos ao investimento, a constituição de uma
sociedade comercial e os sectores de investimento são alguns dos
temas abordados no guia, referente a 2010.</span></div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
<div style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm; font-family: Verdana;"><span style="font-style: normal; font-size: 8pt;">Moçambique
adoptou recentemente um serie de reformas macroenonómicas que
aliadas ao financiamento e à estabilidade politica no país, levou a
um consideravel aumento das taxas de crescimento económico nos
últimos anos. «Afigura-se assim clara a importância deste país na
estratégia de internacionalização das empresas portuguesas que
indubitavelmente detêm uma posição privilegiada decorrente dos
laços históricos, bem como da língua e cultura comuns», lê-se no
sítio de Internet da PLMJ.</span></div>
]]></description><dc:subject>Advogados: PLMJ reforça presença nos países de língua portuguesa</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>IGAOT não vai «correr atrás» das empresas sem garantia financeira</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8944</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Não tenho como objectivo fazer
inspecção para ver se determinada empresa tem ou não  assegurada
uma garantia financeira», assegurou ontem o inspector-geral do
Ambiente e Ordenamento do Território, António Sequeira Ribeiro.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Recorde-se que, desde 1 de Janeiro de
2010, é obrigatória a existência de uma garantia financeira, no
âmbito da aplicação do Decreto-Lei nº 147/2008, que aprovou, com
base no princípio do poluidor-pagador, o regime relativo à
responsabilidade ambiental aplicável à prevenção e reparação
dos danos ambientais.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">António Sequeira Ribeiro falava no
âmbito do curso “A Responsabilidade ambiental de municípios e
unidades industriais», organizado pela Fundec – Associação para
a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura e
pelo Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto
Superior Técnico (IST), que decorreu nos dias 8 e 9 de Março.A
coordenação do curso esteve a cargo de João de Quinhones Levy e
Sofia Sá, do IST.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Não vamos andar a correr atrás
deste tipo de processos. Não é intenção da IGAOT direccionar a
prioridade da sua actuação, para 2010, para esta matéria»,
frisou.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">De qualquer forma, o inspector-geral do
Ambiente e Orgenamento do Território alerta para o facto de poder
ocorrer alguma participação da parte de outras entidades. «Mas,
nesses casos, não significa que o resultado final seja a
condenação», concluiu.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">As garantias financeiras obrigatórias
podem constituir-se através de apólices de seguro, garantias
bancárias, participação em fundos ambientais e fundos próprios
reservados para o efeito. Operações de gestão de resíduos,
descargas para águas interiores de superfície, descargas de
substâncias para as águas subterrâneas, captação e represamento
de água e processamento de substâncias perigosos são algumas das
actividades abrangidas pelo diploma.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>IGAOT não vai «correr atrás» das empresas sem garantia financeira</dc:subject><dc:creator>Tânia Nascimento</dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Relacre alerta para problemas da nova legislação europeia sobre acreditação</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8943</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O workshop da Relacre, sob o nome
“Laboratórios e a acreditação no espaço europeu: Impacto do
novo quadro regulamentar da UE”, juntou ontem o sector em torno do
Regulamento Comunitário Nº 765/2008, em vigor desde Janeiro deste
ano. O diploma traz uma força legislativa à acreditação e impede
a concorrência de entidades acreditadoras dentro do mesmo país.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Na intervenção que fez, o presidente
da Relacre, José Santos Duarte, alertou para alguns problemas que
podem surgir com a nova abordagem europeia, relativamente à
segurança do consumidor. «Os requisitos passam a ser mais
genéricos, com um aumento das auto-declarações e uma consequente
diminuição da inspecção», explica, denunciado a pressão da
indústria para que haja um facilitismo na entrada de bens em espaço
europeu.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A questão da entidade acreditadora
única por país – uma das obrigações que resulta do novo diploma
-, não trouxe alterações ao panorama actual português. O IPAC,
organismo português que detém esse estatuto, já funcionava
previamente como entidade única e a questão da concorrência nunca
se colocou. No entanto, quem vem de fora pode ter outras
perspectivas. É o caso de José Luis Sánchez Álvarez,
representante da FELAB, a homóloga espanhola da Relacre, que acusa a
não-competição nacional de entidades acreditadoras de trazer
problemas ao nível do custo das tarifas, tempo de entrega e
problemas de apoio técnico.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt; font-weight: bold;">A acreditação flexível</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Outro tópico em debate pelo sector foi
a questão da acreditação flexível. Dentro no novo quadro
legislativo, a acreditação flexível não é obrigatória, mas é
encorajada. Esta forma de acreditação permite ao laboratório ser
acreditado em termos de competências e técnicas, em vez da
tradicional acreditação para cada ensaio específico. Desta forma,
os organismos podem mudar o âmbito específico analisado, sem o
reportar, com antecedência, à entidade acreditadora.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A modalidade não tem, no entanto, uma
grande expressão entre os laboratórios portugueses. A falta de
informação foi vista como principal causa para a falta de adesão
dos organismos de avaliação da conformidade. «A acreditação
flexível é uma oportunidade para agarrar, mesmo sendo mais caro e
mais trabalhoso. Além da oportunidade, significa também uma maior
responsabilidade para os laboratórios», concluiu Santos Duarte.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Relacre alerta para problemas da nova legislação europeia sobre acreditação</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Ecopilhas estende recolha às pilhas e baterias industriais</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8941</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">A
Ecopilhas estendeu a sua licença às pilhas e baterias industriais,
seis anos depois de ter iniciado a gestão de um sistema de recolha
de pilhas e baterias portáteis. Desde 2004 que a empresa
disponibiliza uma rede de recolha em todo o país, que conta com mais
de 16 000 pilhões distribuídos por  comércio, escolas, hospitais,
hotéis, empresas, ecopontos, entre outros.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">Segundo
Eurico Cordeiro, director-geral da Ecopilhas, a empresa, enquanto
entidade gestora especializada em pilhas e baterias, «tem actuado
segundo critérios transparentes e claros de forma a atingir os
objectivos propostos: gerir o fluxo de pilhas e baterias portáteis
garantindo a sua recolha e respectivo encaminhamento para reciclagem.
Os mesmos princípios farão igualmente parte da nova área de
actuação da Ecopilhas, isto é, na gestão e recolha de pilhas e
baterias Industriais», assegura o responsável.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">A
Ecopilhas sublinha o seu contributo para «o aumento da participação
dos portugueses na recolha e tratamento das pilhas e baterias,
através de constantes campanhas de comunicação na rádio,
televisão e imprensa», tendo já distribuído mais de um milhão de
mini-pilhões.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
]]></description><dc:subject>Ecopilhas estende recolha às pilhas e baterias industriais</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Acreditação on-line de laboratórios avança este ano</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8942</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O processo para pedido de acreditação
de organismos de avaliação da conformidade ao Instituto Português
de Acreditação (IPAC) vai passar a ser <span style="font-style: italic;">on-line</span> ainda este
ano. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A medida, avançada pelo director do
IPAC, Leopoldo Cortez, foi divulgada hoje, durante um workshop
promovido pela Relacre – Associação de Laboratórios Acreditados
de Portugal, subordinado ao tema “Laboratórios e a acreditação
no espaço europeu: Impacto do novo quadro regulamentar da UE”.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A informatização <span style="font-style: italic;">on-line</span>
abrange um sistema de candidaturas e o próprio comprovativo, caso o
pedido seja aceite. Além disso, Leopoldo Cortez afirmou que consta
nos planos do IPAC o lançamento de uma interface processual <span style="font-style: italic;">on-line</span>
electrónica, «de forma a agilizar a gestão dos processos e
permitir consultas on-line ao estado da candidatura».</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Acreditação on-line de laboratórios avança este ano</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Lusofonia: Angola tem 15 projectos para o mercado de carbono</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8940</link><description><![CDATA[<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O Ministério do Ambiente angolano está a preparar 15 projectos de várias dimensões <SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MLD), para colocar no mercado de carbono. A novidade foi avançada pela ministra Fátima Jardim, na abertura da primeira reunião da Autoridade Nacional Designada, uma agência governamental que autoriza o desenvolvimento de projectos de MDL.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">«Queremos referir que dessa forma Angola reforçará a capacidade de maximizar as vantagens do mecanismo de flexibilidade criados pelo Protocolo de Quioto, no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas», adiantou a titular da pasta. Para Fátima Jardim, o mercado de carbono está cada vez mais competitivo a nível mundial.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O mercado de comercialização de carbono movimenta este ano 30 milhões de dólares norte-americanos, montante aberto à participação de países em desenvolvimento, principalmente pelo facto de emitirem poucas quantidades de gases com efeitos de estufa para a atmosfera.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Estes projectos estão relacionados com a melhoria da qualidade de água, distribuição de energia eléctrica, agricultura, minas e produção mineira, transportes, construção e industriais. Angola procura oportunidades através de actividades de coordenação, para que a Autoridade Nacional Designada possa ter capacidade em termos de recursos humanos e logísticos disponíveis, para que atinja resultados produtivos. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Lusofonia: Angola tem 15 projectos para o mercado de carbono</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Espanha: 10% da energia consumida pelo BBVA vai ser renovável</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8939</link><description><![CDATA[<DIV align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O BBVA acordou com a Endesa e a Iberdrola que 10 por cento&nbsp;da energia que o banco consome nos seus edifícios em Espanha tenha origem renovável, revelou esta terça-feira a entidade. Os acordos com as eléctricas vão permitir uma diminuição de 6 100 toneladas de emissões de CO2 durante este ano e supõem cerca de 10 por cento da energia que o banco consome no país.<BR><BR>O acordo alcançado com a Endesa&nbsp;determina a contratação de energia renovável para a sede corporativa do banco no Paseo de la Castellana, em Madrid, assim como os edifícios que&nbsp; albergam as cinco direcções territoriais. Com a Iberdrola, o acordo prevê a contratação&nbsp;e energia renovável para todos os edifícios do BBVA no País Basco, incluindo a sede social, na Plaza de San Nicolás, e os escritórios que fazem parte da rede na comunidade.<BR><BR>O banco lançou em Outubro de 2008 um Plano Global de Ecoeficiência para minimizar os impactes ambientais directos do BBVA. O objectivo principal é reduzir em 20 por cento as emissões de CO2 por empregado em 2012. </SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Espanha: 10% da energia consumida pelo BBVA vai ser renovável</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Profico Ambiente procura crescer no mercado dos estudos de ambiente</title><link>http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8937</link><description><![CDATA[<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; BACKGROUND: white; FONT-SIZE: 8pt">À frente da Profico Ambiente desde que esta foi criada, em 2000, Ana Teresa Chinita tem visto crescer a sua consultora</SPAN>, que se tem afirmado no mercado nacional de estudos e projectos nos domínios do ambiente e do ordenamento do território. </SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Em <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2009, a">2009, a</st1:metricconverter> Profico Ambiente facturou 650 mil euros. Este ano «contamos crescer, mas há projectos que se arrastam e que por vezes não entram para a facturação de determinado ano», conta a<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>directora técnica e comercial da Profico Ambiente.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O que pesa mais nas contas da empresa é a área de avaliação de impactes. A Profico Ambiente realiza, por exemplo, todos os estudos ambientais de suporte às diferentes fases do processo de avaliação de impacte ambiental (AIA). </SPAN><A name=dnn_ctr404_HtmlModule_HtmlHolder></A><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Os serviços nesta área específica englobam as várias componentes, desde a elaboração do estudo de impacte ambiental até ao desenvolvimento do Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução com a Declaração de Impacte Ambiental, vulgarmente designado por <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; FONT-WEIGHT: normal">RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução)</SPAN></STRONG>.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Entre os seus principais clientes estão empresas como a Galp, a Refer e a ANA ou a EDP. Para esta última empresa, por exemplo, a Profico Ambiente está a desenvolver o RECAPE do aproveitamento de Foz Tua.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">A empresa esteve também ligada ao estudo do reforço de potência da central hidroeléctrica de Salamonde. «Temos outros projectos mais pequenos<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>ao nível do licenciamento ambiental», diz Ana Teresa Chinita. Em todos eles o mais importante «é garantir a qualidade», frisa a responsável, que salienta que a Profico Ambiente ainda tem «uma componente de trabalho “artesanal”, funcionando ainda como um atelier».</SPAN></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">A responsável é ainda uma das poucas mulheres que estão à frente das empresas do mercado do ambiente, no entanto, garante que nunca se sentiu discriminada por isso. «Esta área dos estudos até está mais ligada a algumas características femininas, como a paciência e a dedicação», refere.</SPAN></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><A name=dnn_ctr399_HtmlModule_HtmlHolder>
<DIV><SPAN style="FONT-SIZE: 8pt"></SPAN>&nbsp;</DIV></A><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Além de Ana Teresa Chinita, na génese da Profico Ambiente, que foi constituída em Novembro de 2000, está a empresa Profico – Projectos, Fiscalização e Consultadoria, com muitos anos de actividade na área de fornecimento de estudos de engenharia civil.</SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Profico Ambiente procura crescer no mercado dos estudos de ambiente</dc:subject><dc:creator>Tânia Nascimento</dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item></channel></rss>