SMAS de Sintra instalam sete unidades de produção de energia renovável em estações de tratamento de águas residuais

SMAS de Sintra instalam sete unidades de produção de energia renovável em estações de tratamento de águas residuais

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS de Sintra) estão a instalar sete unidades de produção de energia renovável para autoconsumo (UPAC), em estações de tratamento de águas residuais, representando um investimento de 77 mil euros.

De acordo com um comunicado de imprensa da entidade gestora, as sete unidades estão a ser instaladas na Ribeira de Sintra, Colares, Montelavar, Negrais, Cortegaça, Sabugo e São João das Lampas e vão produzir, anualmente, um total de 161 730 Kwh, o que se traduzirá na poupança de 42 mil euros por ano em energia e redução das compras de energia em percentagens que variam dos 40 por cento na ETAR da Ribeira até 5% na ETAR de Montelavar. O prazo de retorno do investimento rondará os dois anos, foi ainda informado.

!Cada UPAC é constituída por módulos fotovoltaicos e demais equipamentos elétricos visando a proteção e segurança, como inversores, cablagens elétricas, tubagens, estruturas de fixação e quadro elétrico, possibilitando a produção de energia elétrica no local de consumo, fomentando a figura de produtor-consumidor", é referido na nota de imprensa.

 Como lembra a entidade gestora, a aposta dos SMAS de Sintra em sistemas fotovoltaicos teve início em 2009, com a implementação de quatro unidades nas ETAR de Vila Verde, Cavaleira, Azóia e Almargem do Bispo. Posteriormente, foram instaladas mais duas unidades, uma no Reservatório de Massamá Norte e outra na Estação de Tratamento de Água da Pedra Furada: "Em julho de 2019, os SMAS de Sintra instalaram um sistema de produção de energia elétrica fotovoltaica na cobertura do edifício das Instalações Oficinais da Portela (IOP), composto por 224 módulos (perfazendo uma potência elétrica de 60 Kw) e demais equipamentos de apoio (inversores, quadro, cablagem), interligados à instalação elétrica do edifício. Este sistema de produção de energia renovável, em regime de autoconsumo, permite uma redução dos consumos energéticos do edifício e da faturação mensal até 12%". 

 

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